É tão doloroso ver que os nossos planos não vão mais ser concretizados, ver que tudo isso foi esquecido por você, que tanto me incentivou a projetá-los. Saber que agora outros vão participar dos seus planos. Ver que eu vou ser esquecido quando outras pessoas lhe interessarem.
É tão ruim ver que outro vai fazer você sorrir, vai fazer você suspirar, é torturante imaginar que a sua atenção, que tanto me cativou, vai ser direcionada pra outro.
Resumindo tudo, é horrível ver que não tenho mais você na minha vida.
Get Into Bath Inspiration foi a forma que vi de expressar como a inspiração vem até mim...: como um banho que me toma e me cobre por inteiro, onde até uma mosca que passa na minha frente serve de inspiração pra mais um texto... Então... sinta-se convidado a entrar nesse choveiro!
News'
I'm Back!
terça-feira, 20 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
cabeça sentindo, coração pensando...
Nessas horas que eu mais tenho coisas pra externar.
Palavras me vêm à mente, palavras que eu queria que você ouvisse e sentisse e voltasse.
Palavras me vêm à mente, palavras que eu queria que você ouvisse e sentisse e voltasse.
Amigo íntimo
Não quero ser o único, quero ser o lembrado. Quero que todos os nossos planos tenham sido verdadeiros, todas as nossas vontades tenham nascido da verdade.
Não quero seguir adiante achando que tudo foi uma ilusão, achando que que todas as minhas esperanças foram em vão, achando que os meus suspiros foram causados por motivos levianos.
NÃO! Eu realmente não acredito nisso. Não acredito que você não tenha sido verdadeiro em todo esse tempo que estivemos juntos. Eu, mais do que acredito, sei que foi sincero e intenso todo nosso tempo juntos. Mas me dói saber que eu não fui capaz de manter vivo nosso sentimento.
Me apunhala o coração saber que não seremos mais nós. Me dilacera a alma imaginar que não vou ter você comigo quando eu passar pelas felicidades mais estonteantes, e ainda mais por que não vai ser pra mim que você vai ligar quando algo acontecer com você. Não mais será eu o seu amor.
Eu me importo tanto com você. Mesmo na dor em que me encontro, eu fico doido de pensar que os próximos seus podem não ser cuidadosos, eles podem não se preocupar com você. Pode ser que eles não lhe entendam e nem procurem entender. Quero sua felicidade, claro. Mas tenho medo de que você se machuque, tenho medo de que você se decepcione. Você não foi feito pra isso. Você foi feito pra ter felicidade plena, ininterrupta, inabalável. Não vou suportar a ideia de ver você sofrer.
Mas quem sou eu agora pra evitar isso?
Queria que você soubesse de toda a minha sincera disposição à você, sem segundas intenções.
Gostaria que você não me esquecesse quando os outros vierem. Queria que você realmente continuasse a me ter na sua vida, pelo menos como amigo íntimo.
domingo, 18 de agosto de 2013
O outro
Nunca estive na situação em que me encontro hoje. Nunca pensei que a ideia de um 'outro' em meu lugar fosse me tirar a calma, a paz... a sanidade.
Não consigo me ver sem você e/ou com outro e eu adoraria que você também não conseguisse. Queria me apegar à ilusão de que um dia vamos voltar, mais maduros, mais vividos, mais certos de nós, mais confiantes do nós. Mas eu tenho medo.
Tenho medo, sinto falta, me sinto só, inerte, inútil, feio...
Tenho medo de perdermos o contato... Sinta falta da sua companhia... Estou só.
Eu estou inerte, sem estímulos, sem vida própria... Me sinto inútil por não poder reverter a situação.
Sempre fui feio, mas agora eu to de parabéns! ¬¬
Espero que o destino nos reserve boas surpresas.
Adoro você!
Não consigo me ver sem você e/ou com outro e eu adoraria que você também não conseguisse. Queria me apegar à ilusão de que um dia vamos voltar, mais maduros, mais vividos, mais certos de nós, mais confiantes do nós. Mas eu tenho medo.
Tenho medo, sinto falta, me sinto só, inerte, inútil, feio...
Tenho medo de perdermos o contato... Sinta falta da sua companhia... Estou só.
Eu estou inerte, sem estímulos, sem vida própria... Me sinto inútil por não poder reverter a situação.
Sempre fui feio, mas agora eu to de parabéns! ¬¬
Espero que o destino nos reserve boas surpresas.
Adoro você!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Quem tá na minha casa?
É
inacreditavelmente incrível como existem pessoas que mudam sem ter o mínimo de
decência e bom senso. De uma maneira descarada elas repentinamente mudam, nos
decepcionam e acham-se dentro de uma razão tão certa, que ainda têm a audácia
de não expor seus motivos ditos ‘óbvios’ mas que contrariamente nunca foram, no
mínimo, aparentes.
Aprendi eu, na
educação dada por meus pais, que temos que ser ‘gente’ o suficiente pra lidar
com a vida, lidar com pessoas que compõem sua vida. Algumas dessas você um dia
levantou a voz pra dizer que era seu amigo, um irmão, uma pessoa que você ama.
Putz! Amor pra mim é algo insubstituível, inesquecível... Se seu amor é algo que
você hoje quer por perto, amanhã você não lembra mais da existência, muito obrigado.
Sinto muito, mas prefiro ficar com a simpatia de quem me tem por apenas colega
ou até mesmo um mero conhecido. Eles pelo menos não me fizeram depositar
confiança, amor, carinho, dedicação, RESPEITO e outros sentimentos que eu
costumo ter e nutrir por quem eu realmente considero parte da minha vida, por
quem eu considero como irmão.
Eu não pedi pra
você me chamar de amor. Não pedi pra namorar você, eu na verdade nem quis. Eu
me envolvi nisso tanto quanto você. Senti com você todas as dores, todas as
alegrias, todas as saudades, todas as decepções. Eu não fui diferente de você!
Daí, do nada, você me tranca as portas da sua vida, me priva de sensações tidas
mutuamente... Desculpe-me, mas eu não sei ser frio, pelo menos não por muito
tempo. Não sei olhar pra você alguns dias como se nada acontecesse quando na
verdade a ponte que nos ligava nem caindo está, ela já foi abaixo há séculos,
porém eu que não quis enxergar isso. Tentei reerguer a ponte, mas eu não posso
fazer isso com você destruindo a cada momento.
Por diversas
noites eu deixei cair os pensamentos. Deixei desatinar a dor. Permiti corroer a
carne. Fui cúmplice do meu próprio dissabor. Acha que é fácil eu saber dos pensamentos
seus? Saber que suas cabeças pensam que eu sou o retardado? Que as suas bocas
falam que eu estou assim por que quero? Que seus olhos me recriminam como se eu
estivesse cometendo um erro? Eu te conheço, eu convivi contigo o tempo
suficiente pra saber que sua cabeça faz a sua cabeça facilmente. Te conheço o
bastante pra saber que você mudou, talvez não por causa de mim, mas por causa
de você.
Opa! Pode ir
parando por aí! Não pense que eu estou falando tais verdades por que agora não
gosto mais de você. Não! Te amo como sempre. Meu amor é imutável, inesquecível,
insubstituível. Você precisa de mim? Oi, estou aqui no mesmo lugar onde você me
encontrou da primeira vez: no anonimato. Vou virar as costas pra você? Nunca!
Eu só preciso ir por que a situação já se encontra insuportável. Não posso
viver ao lado de quem não confia em mim, não me quer por perto, não lembra que
eu existo em todas as horas. Lembra: “em todo o tempo ama o amigo e na angústia
nasce um irmão” Pv 17.17? Na sua angústia? Estarei aqui. Na sua alegria e você
lembrar de mim? Estarei lá. Na solidão, desolação, decepção? ESTOU SEMPRE AQUI.
Vou sempre estar disponível pra você. Não muito diferente de hoje em dia.
Apenas vou remanejar minhas prioridades. Você precisa descer alguns degraus.
Vou retomar a minha vida. De onde parei, preciso
levar em diante.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Clamores
Oh, Esperança, a quem tantos recorrem como a última a
abandonar a alma aflita de quem já perdeu tudo que tinha, por que insistes em
maltratar-me com este sentimento de espera por algo que ora me faz crer no
futuro, ora me faz ficar somente com lembranças do passado? Nós já estivemos
juntos por tanto tempo que eu já te tinha por amiga, companheira, parceira
cujas tentativas de reanimar-me eram as únicas alegrias que tocavam minha alma.
Não achas que já é hora de me dares um presente, tu que me conheces tão bem?
Não achas que eu mereço algo mais concreto que teus esforços para comigo? Se tu
tendes o poder de me realizares um pedido me diga logo, pois preciso saciar
esta sede, que não se mata nem com as águas mais puras da mais virgem fonte e
muito menos com o mais doce néctar dos deuses do Olimpo. Pediria a ti o mais
simples dos desejos, pediria que simplesmente tivesse a sorte de não sentir a
falta que todo mortal sente, ou que essa falta fosse logo morta por alguém que
realmente estivesse disposto a não me abandonar, assim como tu o fazes até o
último instante.
Como pode mais uma vez me acontecer sem que eu me desse
conta de que isso poderia acabar tão cedo? Não te culpes por inteiro, coração.
Nem metade deste teu fardo de culpa é teu, mas sim daquela que ousou acender em
ti a paixão flamejante da carne e da alma e daquele que brincou contigo,
achando que não muito ainda havia sofrido da enfermidade que é o amor. Mas hás
de encontrar em breve a cura para teu mal, pois tu, uma vez, já o alcançaste,
não será diferente desta vez. Porém, enquanto padece de tal doença, atentai para
que não fraquejes diante dos ápices de tua saudade, não quero mais que continue
a sofrer, pois quando tu sentes, todo o meu corpo sente, pois bem sabes que és
o grande rei desta nação. Peço-te que tenhas piedade de teus súditos, que
sempre pereceram quando sua majestade sofria, nada mais querendo fazer, sentir
ou sorrir.
E tu, ser vivente como o homem, víbora rastejante como a
serpente do Éden, animal traiçoeiro como a hiena das selvas, por que achaste tu
de fazer tanto pesar contra mim? Se não querias te abrasar no calor de uma
paixão, não deverias ter iscado as pedras para que surgissem as chamas do
desejo. Quantas vezes eu te alertei sobre o perigo que seria brincar com este
fogo. Agora que o fogo começa, tu te afastas como se nada tivesses a ver com o
desastre vindouro. Que os deuses de toda a terra te levem para o mais longe
abismo, onde jaz o grande Cronos, que Poseidon apague-me as chamas ardentes
dentro de seu profundo oceano e que as ninfas de Afrodite me confortem a alma
pela perda de algo que eu já tanto almejava. Agora eu não quero mais ter a vida
como a de um mortal, peço-te, ó deusa Ceres, concede-me a imortalidade que um
dia quiseste dar ao filho de Celeus, torna-me um eterno homem e que seja eu
também imune ao amor, pois já me canso da caminhada.
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